Chove lá fora,
Não sente frio n'alma,
Sente-se ainda presa.
À cama da noite já ida,
Não por preguiça,
No estado de serenidade imensa.
Convive em paz
Com seu coração,
Fez, com ele, decreto de união.
O desânimo jaz,
A lentidão da desaceleração
Move-a, lentamente.
Em busca do bem,
Calmamente.
Paralisada pelo dinamismo do afeto.
Inebriada pela luz,
Pelo Orvalho do Céu,
Pelo Deus puro amor.
Ele só lhe quer todo bem,
Prossegue com paz, alegria
No dia a dia.
Há afeição envolvente
Sereno, abrangente
No ar, na mente, no coração.
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Esse coração aquecido ,dá essa bela sensação!
ResponderExcluirLindo poema e puro amor!
beijos, chica